Ansiedade, espera no ar. A luz frágil da vela mal iluminava o rosto pálido da garota, escondendo seu sorriso na escuridão.A caixinha que trazia em mãos começava a rachar, sem cor, como os lábios de sua dona.A vela, a caixa e a garota, todos compenetrados no mesmo ritual. Quase mágico, sublime.Com movimentos lentos e a curiosidade de uma criança, a garota abriu a caixa, como se não soubesse o que havia ali, aguardando ansiosa.Antes de abrir totalmente, a música já podia ser ouvida. Uma música doce, suave.A garota permaneceu ali, segurando a caixinha com força, como se a música fosse flutuar por aí, fugindo de seus sonhos e indo parar longe. Por muito tempo, ficaram ali. A garota, a caixa, a vela e a música.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
sábado, 8 de novembro de 2008
Lembre-se que sempre...
Sombras e pensamentos
De um sonho só esperança
Nas paredes ecoavam
O silêncio e a lembrança...
[/cai a noite - capital inicial]
Postado por Cá M. às 21:28 2 comentários
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
[♥]²
amor
do Lat. amore
s. m.,
viva afeição que nos impele para o objeto dos nossos desejos;
inclinação da alma e do coração;
objeto da nossa afeição;
paixão;
afeto;
inclinação exclusiva;
Leu ? pois bem, só quem sabe o que é o amor .. é quem sente e não quem é inteligente ;D
quem disse que apenas palavras transmitem a emoção que o amor passa ?
Esse povo inventa cada coisa ¬¬' se o dicionário fosse meu eu diria :
AMOR : palavra sem tradução, sinônimo e representação .
Pronto! Isso basicamente explica o que é o amor .
as traduções não transmitem as batidas aceleradas do coração quando se sente o AMOR .
e palavras muito menos transmitem a intensidade disso tudo .
dimensão então ? nem se fala!
portanto .. bem fazem aqueles que não acreditam em palavras .
e sim em atos ;D
não precisa ser narrado! Basta senti-lo e vive-lo. ♥
Postado por Cá M. às 22:15 2 comentários
sábado, 25 de outubro de 2008
Amiga da vida.
Postado por Cá M. às 20:58 2 comentários
Marcadores: Vítor Marques Lavorato
terça-feira, 14 de outubro de 2008
13 coisas que você não sabia sobre anjos
Os anjos são do bem, mas às vezes têm maus pensamentos
2
Eles têm asas, reflexos instintivos,
extrema independência e total segurança
3
Gostam de provocar e vigiam
nossos pensamentos
4
Muitos aparecem apenas uma vez, mas
ficam na memória para todo o sempre
Quando um anjo aparece, traz luz,
uma luz que cega, uma cegueira que
envolve, um momento em que a visão
passa a ser menos importante que o tato
Um anjo pode fazer aparições com
asas ou sem asas... Não se confunda
7
Nunca invoque um anjo sem
antes saber se ele pode vir pra ficar
8
Anjos não são o que parecem ser
e nunca parecem ser o que são
9
Anjos do dia, anjos da noite...
Anjos serão sempre anjos
10
Os anjos tocam flautas,
dão flechadas, brincam com as almas
11
Anjos assustam os medrosos
e seduzem os corajosos
12
Ao contrario dos estúpidos cupidos,
os anjos são espertinhos demais
13
Quando vão embora, deixam rastros
na memória, cicatrizes no coração e,
mesmo assim, são bem-vindos de volta
Postado por Cá M. às 20:51 8 comentários
domingo, 12 de outubro de 2008
AAH quando eu fizer 18 anos..

.. eu quero chegar em casa com o corpo cheio de tatuagens e piercings e minha mãe não vai poder falar nada porque afinal eu ja completei dezoito anos (66), eu quero pegar o carro do meu pai e sair na rua passando por cima de todo mundo que aparecer na frente e se a policia me parar eu quero falar assim: ' você ta pensando que ta falando com quem? eu já tenho 18 anos' EIOHEHIOEHOIE, em seguida provavelmente eu vá pra cadeia! (hj)'
Bom, isso não é exatamente verdade!
É só um modo de explicar que a partir do momento
que tomamos as rédeas da nossa vida,
somos donos do nosso proprio nariz,
e consequemente das responsabilidades !
ou seja, do mesmo modo que podemoas fazer
'o que dá na telha' temos que arcar com
as consequencias que virão!
18 anos, não é só liberdade,
é também responsabilidade!
Pense nisso!
Postado por Cá M. às 14:52 1 comentários
sábado, 4 de outubro de 2008
Falha Humana
Não sou corajosa, por isso escrevo.
Escrever é uma forma de segunda época da vida.
Ao vivo e em cores não sou como gostaria, nem o mundo é perfeito.
Então coloco uma letra depois da outra e tento transformar ressentimento em graça.
Acho que abriria mãos dos textos se pudesse ter sempre uma resposta pronta quando me ofendessem; fosse atrás, sem receio, do garoto por quem me apaixonei; dissesse todas as vezes, exatamente aquilo que penso das coisas, doa a quem doer; mas a vida não é assim, eu não sou essa garota. Aliás, alguém é?
Se houver um julgamento final, acho que Deus deveria pedir, logo de cara, a lista de arrependimentos de cada um. Por ela, o Todo – Poderoso ficaria sabendo tanto as coisas feias que o recém – chegado fez, como as coisas belas que deixou de fazer. Até aqui, acho que não fiz nada de muito horroroso. Já o que deixei de fazer...
“tem mais papel aí, São Pedro?”.
Mais ou menos com 13 anos, eu estudava no Colégio Pinheirense.
As meninas da outra sala, me enchiam o saco! Eu ficava ali, quietinha.
Ah, como me arrependo de não ter gritado com elas, as mandado às favas (ou outros lugares mais íntimos, que não explicitarei aqui), quem sabe, elas me respeitariam mais cedo e do jeito que eu era.
Aos 15 anos eu era apaixonada por um garoto.
Fui a uma festa e lá estava ele. Bom, nos esbarramos na pista de dança e começamos a dançar coladinhos. Metade do meu cérebro se concentrava na dança (se é que era possível), a outra tremia como pipoca na panela: beijo! – não – beijo – beijo! – não – beijo. Beijei? Não, não beijei. Anta cibernética! Ele era todo meu ali!
Poderia dar muitos outros exemplos de pequenos desastres pessoais causados pela covardia e terminar a crônica com alguma moral edificante: “Sendo assim, querida(o) leitora(o)r, não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje!”. “Lute pelos seus sonhos!” “Beije ele (a) e não encha o saco!”. Bobagem. A vida é complicada pra caramba. Vivê-la sem problemas não é uma questão de decisão. Aliás, sei lá qual a questão. Se soubesse, não escreveria: viveria e só. Boa sorte.
Dedico à Sarah Bazílio, Ingrid Rayssa, Thayanna Borges, Marcelle Guterres
E a todos que um dia pelo menos pensaram ‘merda, porque eu não fiz isso’
Arrisque mais, pra não se arrepender! fikdik:*
Postado por Cá M. às 16:35 1 comentários
Marcadores: Antônio Prata
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